terça-feira, 20 de fevereiro de 2018


LIBERALISMOS TEOLÓGICO


“Esse flerte é um flerte fatal. É sempre gente muito especial” (Edgard Scandurra)
Flerte Fatal é o nome de uma música da banda de rock nacional Ira, que fala sobre o abuso das drogas e suas consequências. Na narrativa poética de Edgard Scandurra, tudo começa com um simples flerte que aos poucos vai nos consumindo, e no final nos destrói completamente.
O liberalismo tem sido alvo de flerte há algum tempo no Brasil. Sabe-se de seminários respeitados que hoje são um ninho de teólogos liberais, instituições tradicionais e pentecostais que tem em sua cátedra professores cuja missão em sala de aula é desacreditar a Palavra de Deus.

HEREGE À MODA ANTIGA

Essa vertente chamada de liberalismo teológico não é nova. Engana-se quem pensa que Rudolph Bultmann, no século 20, foi o proponente, idealizador ou precursor. Já no século 19, o alemão Friedrich Schleiermacher negava a historicidade dos milagres de Jesus, e Albrecht Ritschl colocava a experiência subjetiva acima da Palavra e transformava o filho de Deus em um mero sábio religioso.
A lista de teólogos malignos e seus desserviços ao evangelho é longa, e seria muito chato gastar tanto tempo citando cada herege liberal, sua época e sua contribuição para esculhambar com a igreja, então eu vou abreviar. Basta-nos saber que tal pensamento não é novidade.

UTOPIA RACIONAL

Assim como o comunismo, o liberalismo teológico é uma utopia. Ele chega com a promessa de revitalizar o cristianismo através de uma proposta de fé que contemple as necessidades do homem moderno (ou no nosso caso, do homem pós-moderno), mas ao invés do avivamento religioso-racional prometido, o que realmente acontece quando o liberalismo chega às igrejas é que elas morrem. Isso aconteceu na Europa, tem acontecido nos Estados Unidos e em breve vai começar a acontecer no Brasil.
Além disso, os teólogos liberais falham no mesmo ponto que os comunistas. Eles acham que sabem o que as pessoas precisam, quando na verdade eles não entendem nada de gente. As pessoas modernas (e pós-modernas) precisam de espiritualidade tanto quanto os humanos mais primitivos. O homem não é uma máquina proletária, e nem uma máquina humanista, mas um ser criado à imagem de Deus, que precisa estar em comunhão com ele por meio de Jesus Cristo. Por isso as ideologias humanizadas, sejam elas políticas ou bíblicas, são totalmente ineficazes quando se trata de resolver o problema do homem.

MIL ROSTOS, TODOS IGUAIS

No Brasil, o liberalismo tem muitas faces. Ele se disfarça de pastor-pensador que discursa sobre uma “divindade relacional” que abre mão de conhecer o futuro pra ser nosso amigão, e também de guru esotérico que apela até para a “impossibilidade quântica” quando o assunto é justificar o próprio pecado. Ele se disfarça de pastor-filósofo que fala de “horizontes utópicos” e “humanismo apofágico”, e até de pai de santo gospel que faz culto em terreiro de candomblé sob pretexto de que “todas as religiões têm uma parte da verdade”.
Mas por trás de toda roupagem intelectual, a verdade acerca destes homens é bastante simples. O pastor liberal quase sempre é um homem que perdeu a fé, mas que gosta de viver da religião. Sem coragem para encarar o mercado de trabalho, o neo-herege faz desse estado de apostasia sua nova fé, e transforma sua “crença na descrença” em um lucrativo meio de vida. Como o mau pastor de Ezequiel 34, estes homens engordam sugando a vitalidade das ovelhas, e destruindo a espiritualidade da igreja.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

MINISTÉRIO: ABUSO SEXUAL



O abuso sexual cometido por líderes religiosos não se limita aos casos que envolve a Igreja Católica. As igrejas evangélicas enfrentam o mesmo problema. 

No livro "Ética Ministerial", de Carter e Trull, publicado pela Vida Nova, o capítulo sete trata dessa questão.
Mesmo partindo da realidade americana, as questões abordadas se aplicam também para a igreja no Brasil. É bem provável que o leitor desse post conheça pelo menos um caso de abuso sexual cometido por algum líder/obreiro (diácono, presbítero, evangelista, pastor, etc.) na cidade onde mora.

Por muito tempo os ministros cristãos eram tidos como pessoas de integridade inquestionável, dignos de respeito e confiança, mas tal conceito tem sido comprometido com a continuação dos casos de abuso sexual.

O abuso de poder está diretamente relacionado com o abuso sexual. A maior parte das vítimas dos ministros são do sexo feminino (mulheres adultas), mas envolve também crianças, adolescentes e jovens, inclusive do mesmo sexo.

Em alguns casos a conduta sexual indevida do ministro com mulheres e jovens é consensual, inclusive partindo de comportamentos sedutores do sexo oposto, mas que não diminui a gravidade do problema. Os ministros cristãos não estão isentos de ser tentados, e para vencer as tentações é preciso ser prudente e vigilante. Quanto mais a tentação é alimentada, mas difícil se torna recuar.

Nas pesquisas citadas no livro, os números são alarmantes. Uma das pesquisas informa que a incidência de casos de abuso entre ministros cristãos e membros da igreja, supera a incidência de casos entre médicos e psicólogos e seus clientes.

Outra questão levantada é a postura dos líderes do ministério e denominações diante dos casos de abuso sexual. Enquanto alguns ministérios e denominações são bastante rigorosos, outros agem no sentido de encobrir os fatos e acobertar o infrator, inclusive permitindo que diante da impunidade o mesmo volte a cometer tal prática. Isso acontece geralmente quando um ministro que cometeu abuso sexual é simplesmente transferido de igreja ou campo, sem sofrer disciplina nem afastamento das suas funções. Nesse caso o responsável ou responsáveis pela transferência tornam-se coniventes com a prática do abuso sexual.

No estado do Colorado (EUA) uma igreja foi condenada a pagar uma indenização de 1,2 milhões de dólares a uma vítima de abuso sexual. Diante disso a igreja começou a investir em treinamento preventivo para minimizar os riscos de tal prática.

Os autores de "Ética Ministerial", Carter e Trull, apontam três tipos de ministros abusivos:

- O predador: É o indivíduo que busca de forma ativa e constante abusar sexualmente de membros da igreja.

- O eventual: Não comete abuso sexual de forma premeditada, e geralmente se envolve devido algumas vulnerabilidades.

- O amante: É o que se apaixona. Não é motivado pelas intenções do "predador", nem pelas condições do do "eventual".

Diante da realidade e gravidade dos fatos, busquemos pelos meios cabíveis formas de prevenir, inibir e corrigir tal prática, livrando assim a igreja, os ministros, as vítimas e as suas respectivas famílias de todas as consequências indesejáveis e devastadoras do abuso sexual.

sábado, 5 de novembro de 2011

Oração a Respiração da Alma.
Todo crente que se prese deve cultivar uma vida de oração. vemos os crentes falar que vão fazer tudo no seu dia a dia, mas não se houve ou se ver a busca da direção de Deus pra sua vida através da oração.

O Pastor ou lider dever ser primeiramente um homem de oração e jejum, pois o seu relacionamento com Deus é a insígnia e a credencial do seu ministéiro.

Os pregadores que prevalecem com Deus na vida pessoal de oração são os mais eficazes em seu púlpitos quando falam aos homens. A oração precisa ser prioridade na vida de todo cristão, principalmente na vida do pastor bem como na a agenda da igreja.

Queridos mede-se a profundidade de um minitério não pelo sucesso diante dos homens, mas pela initimidade com Deus.

Mede-se a grandeza de uma igreja não pela beleza de seu edificio ou pela pujança de seu orçamento, mas pelo seu poder espiritual atraves da oração.

No seculo 19, Charles Haddon Spurgeons disse que, em muitas igrejas, a reunião de oração era apenas o esqueleto de uma reunião, em que as pessoas não mais compareciam, ele concluiu: "SE UMA IGREJA NÃO ORA, ELA ESTÁ MORTA". Note bem, isto foi dito no seculo 19, o que dirião os pais da igreja hoje?

Infelizmente muitos lideres, pastores e igrejas abandoranbaram o alto privilegio de uma vida abundante de oração. hoje se gasta mais tempo com reuniões de planejamento do que em reuniões de oração.

Depende-se mais dos recursos dos homens do que dos recursos de Deus. Se confia mais no preparo humano do que na capaciitação divina. Consequentemente, temos visto muitos pastores eruditos no púlpito, mas ouvimos uma imensidão de mensagesn frias,fracas e mortas.

o que tem acontecido é que:

- Muitos lideres, obreiros e pastores pregam sermões eruditos, mas sem o poder do Espírito Santo.

- Eles têm luz em sua mente, mas não tem fogo no coração.

- Têm erudição, mas não tem poder.

- Têm fome por livros, mas não têm fome de Deus.

- Amam o conhecimento, mas não buscam a intimidade com Deus.

- Pregam para a mente, mas não para o coração.

- Tem uma boa atuação no pulpito diante dos homens, mas não diante de Deus.

- Gastam muito tempo preparando seus sermões, mas não preparando seu coração.

- A confiança deles está firmada na sabedoria humana, e não na Sabedoria e Poder de Deus.

"HOMENS SECOS E MORTOS PREGAM SERMÕES SECOS E MORTOS, E SERMÕES SECOS E MORTOS NÃO PRODUZEM VIDA. E.M. Bounds"

seja franco e sincero com Deus e voce mesmo e responda

COMO SERIA SUA IGREJA, FAMILIA, ESCOLA, FACULDADE, TRABALHO, VIZINHOS, AMIGOS se todos orassem como voce Ora?

Atenciosamente

Pr. Pastor Isaac Silva

sábado, 22 de outubro de 2011

O MAIOR MAL DA HUMANIDADE

O PECADO É UM TEMA vital e precisamos tomar conhecimento dele. Dizer que a nossa necessidade primária na vida é conhecimento sobre o pecado, pode soar estranho, mas no sentido tencionado, expressa uma profunda verdade. É necessário fixar em nossas mentes, três idéias “claras sobre o pecado”.

Isso porém não é tarefa fácil, pelo menos por três razões.

EM PRIMEIRO LUGAR, a doutrina bíblica do pecado não lisonjeia; e, naturalmente, mostramos aversão a qualquer opinião a nosso respeito que nos seja desfavorável. O nosso instinto de auto-desculpa é muito forte, sendo ele mesmo produto do pecado (Gn 3.12,13). Deriva-se daí a tentação de suavizarmos a doutrina no pecado. Homens bons têm cedido a essa tentação, desde o início da igreja. É mister graça e iluminação espiritual para crermos que nossos pecados são um problema sério aos olhos de Deus, conforme a Bíblia nos diz. Precisamos orar para que Deus nos torne humildes e dispostos a aprender, quando estudamos esse tema.

EM SEGUNDO LUGAR, a doutrina bíblica do pecado emerge do conhecimento bíblico acerca da santidade de Deus, conhecimento esse que anda muito escasso em nossos dias. O pecado só pode ser devidamente compreendido pelo lado de dentro, conforme o achamos e nós mesmos.
Tal como Isaías no templo, só começamos a perceber o pecado em nós quando no defrontamos conscientemente com o Deus Santo (Is 6.3-5). No cristianismo moderno, embora os conceitos da boa vontade e da compaixão de Deus muito signifiquem, pouco significam os conceitos acerca da sua santidade e da sua impureza. O fermento do cristão liberal na nossa herança, somando ao indiferentismo moral de nossa cultura, mas a nossa insensível apatia e desinteresse para com as coisas espirituais combinaram-se para suprimir o senso de santidade de Deus. Os escritores realmente autorizados a falar sobre o pecado - o próprio Isaías, Amós, Oséias, Jeremias, Ezequiel, Paulo, João, Agostinho, Lutero, João Calvino, John Owen, Thomas Goodwin, Jonathan Edwards... comunicaram um senso tão poderoso da santa presença de Deus que quase chega a ser tangível. Visto que a sentiam tanto, puderam compartilha-la conosco. Mas, a maioria de nós hoje não tem o conhecimento eu eles tinham do pecado, pois que também não temos a consciência que eles tinham da presença de Deus.
EM TERCEIRO LUGAR, a doutrina bíblica do pecado tem sido secularizada nos tempos modernos. As pessoas continuam a falar sobre o , mas não mais meditam sobre ele de maneira teológica. O termo “pecado” tem deixado de transmitir a idéia de uma ofensa contra Deus e agora indica apenas uma quebra dos padrões aceitáveis de decência, particularmente nas questões sexuais. Porém, quando a Bíblia fala sobre o pecado, refere-se a ele precisamente como uma ofensa contra Deus. Embora o pecado seja cometido pelo homem, e com freqüência contra a sociedade, ele não pode se definido em termos do homem ou da sociedade. Jamais compreenderemos o que o pecado realmente é, enquanto não aprendemos a pensar nele em termos de nosso relacionamento com Deus.

NATUREZA DO PECADO
Os termos que nossa Bíblia traduz por “pecado”, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, significam ou errar o alvo, ou falhar em alcançar um padrão, ou falhar em obedecer uma autoridade. Seja o padrão inalcançado, o alvo não atingido, a vereda abandonada, a lei transgredida ou a autoridade desafiada, em cada caso é o homem contra Deus. O pecado é medido à luz de Deus e sua vontade. O pecado é desviar-se do caminho que Deus determinou (Ex 32.8), pra um caminho proibido, um caminho de própria escolha (Is 53.6). o pecado consiste em andar contrariamente a Deus, retroceder para longe de Deus, voltar as costas para Deus, desafiar e ignorar Deus.

Em termos positivos, qual é a essência do pecado? BRINCAR DE DEUS. E, como um meio para tanto, recusar-se a permitir que o Criador seja Deus, até onde estiver envolvido aquele que assim agir. A atitude que é a essência do pecado consiste em viver, não para Deus, mas para si mesmo; amar, servir, e agradar a si mesmo, sem importar-se com o Criador. Consiste em tentar ser tão independente de Deus quanto possível, colocando-se fora do alcance de sua mão, mantendo-O afastado, conservando as rédeas da vida em suas próprias mãos, agindo como a própria pessoa e os seus prazeres fossem a finalidade para a qual as demais coisas, incluindo Deus, existissem. O pecado é a exaltação de si mesmo contra o Criador, evitando prestar a homenagem que Lhe é devida e pondo-se no lugar dEle como padrão final de referência, em todas as decisões da vida. Agostinho analisou o pecado como orgulho (superbia"), aquela louca paixão de ser superior até mesmo a Deus, como um estado de espírito afastado de Deus para uma atitude de auto-absorção ( Homo incurvatus in se). Assim, o pecado é a imagem do diabo, pois o orgulho outro-exaltado foi o sei pecado antes que se tornasse o nosso (1Tm 3.6).
Todos esses elementos estavam embrionariamente contidos no primeiro pecado humano, que consistiu em entregar-se à tentação de ser "como Deus" (Gn 3.5). Paulo nos mostra que o pecado começou quando os homens, "tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças" (Rm 1.21). Ele mesmo nos oferece a mais precisa análise do espírito do pecado contida na Bíblia, ao dizer que "o pendor da carne (a mente e o coração do pecador não-regenerado) é inimizade contra Deus" (Rm 8.7) - descontentamento para com o seu governo, ressentimento contra suas reivindicações e hostilidade para com sua Palavra; tudo expresso por meio da determinação fixa e inalterável de seguir a sua própria independência, em desafio ao Criador. O substantivo abstrato "inimizade" intensifica a idéia, como se Paulo houvesse dito "essência da inimizade", ou então "inimizade pura".
Dessa atitude de autodeificação brotam atos de autodeterminação contra Deus e nossos semelhantes: atos de irreligiosidade, no primeiro caso; atos de desumanidade, no segundo caso. Um ser que desprezou o primeiro grande mandamento - amarás a Deus com todas as tuas forças - dificilmente poderia mostrar muito respeito para com o segundo - amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Disso deriva-se o espírito do pecado, que destroça as relações entre o homem e o seu Criador e também destrói a sociedade humana. Paulo nos apresenta três formas características em que essa ação destruidora se manifesta (Rm 1.26-31; Gl 5.19-21 e 2Tm 3.2-4).
 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Uma Analize de 2 Tm 2.22

A) Foge também das paixões da mocidade;
B) e segue
1) a justiça,
2) a fé,
3) o amor,
C) e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.
A Análise
A) Foge também das paixões da mocidade;
Foge, do verbo “fugir” (Pheugo, Strong 5343) – Faz referência a atitude de escapar, de alguma coisa ou de algo que está perseguindo, ou de uma ameaça iminente.
Trata-se de uma ordem que aqui está sendo dada, para tomarmos uma atitude.
Mas, “foge também” do que?
Em 2Tm 2:16-18 há ordem para fugir de falatórios profanos.
Em 2Tm 2:19-21 há ordem para fugir da iniquidade.
E por fim, no nosso versículo, 2Tm 2:22, há ordem para fugir das paixões da mocidade.
Paixões da mocidade”. O que é isso?
Paixões” fazem referências vaidades vãs que trazem algum tipo de entusiasmo, a desejos abrasadores.
O versículo diz que essas paixões possuem uma característica, são “da mocidade”.
Mocidade” faz clara referência a pessoas jovens, e os jovens devido a sua inexperiência ante as situações da vida, eles são sistematicamente imaturos.
Assim sendo, “paixões da mocidade” faz referência a vaidades tão vãs, que atacariam especialmente a pessoas imaturas, principalmente aos jovens.
Muito bem. E o que isso tudo tem a ver com a minha igreja?
Vemos muitas supostas “estratégias de evangelismo para atingir os jovens”, nada mais é do que o mais puro mundanismo entrando na igreja, da forma mais escancarada e grotesca.
Isso acontece principalmente com a música, e o movimento de música cristã contemporânea, chamado no Brasil como “movimento gospel”.
Se todos os ritmos são de Deus, então o Espírito Santo deve ser como um roqueiro, que fica indo até as igrejas, apregoando “Sexo, Drogas, e Rock’n Roll” – muito, muito rock’n roll, muito disco, muito dance, muita luz, lantejoulas e purpurina.
Pelo que a Bíblia diz do Espírito Santo, podemos ter a certeza das mais absolutas, que não é Ele que está fazendo isso nas igrejas.
Muitos pastores, seguindo nessa dissolução, transformaram as suas igrejas em clubes, em bailões, em boates, em discotecas, em shows, e para ser sincero – num verdadeiro prostíbulo mascarado de igreja, tudo porque?
Por que ao invés de fugir para-longe das paixões da mocidade, eles fizeram justamente ao contrário, eles fugiram para-dentro das paixões da mocidade, mergulharam em todo o tipo de maldade e corrupção que habita nos corações dos perdidos com o objetivo de agradá-los.
O objetivo da igreja não é agradar o Mundo, mas converter o Mundo.
Se a igreja perder esse objetivo, já não é mais uma igreja, mas apenas mais uma instituição deste mundo.
Agradar os perdidos sob o pretexto de convertê-los, é uma atitude típica de uma instituição mundana mascarada como igreja, uma falsa porta de salvação criada por Satanás para que não se encontre a Verdade do Evangelho.
B) e segue
Segue” vem do verbo “seguir” (Dioko Strong 1377), que em algumas outras passagens também pode ser traduzido como “perseguir”.
De qualquer forma, indica adotar uma posição, caminhar com ela sem abandoná-la.
2Tm 2:22 Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz....
Observe que a expressão “e segue”, vem quase como uma oposição a primeira parte do versículo, “foge”.
Isso implica, que a tendência natural de um grupo de pessoas, ou mesmo de uma igreja que não for mantida a devida ordem, é se afastar da justiça, do amor, da paz, e se entregar as todas as paixões da mocidade.
Portanto, a ordem é justamente lutar contra essas tendências naturais e corruptas, vindas da total depravacidade do coração humano, em busca do ideal maior, do bom exemplo daqueles que foram iluminados e salvos por Jesus Cristo, para que a luz do Evangelho ilumine o Mundo.
Se o Evangelho tomar a mesma forma do Mundo, então, a luz se apagou, e já não há mais luz neles, que dizem fazer parte da igreja de Cristo mas pertencem a uma falsa igreja, que justifica suas obras más como sendo fruto de filosofias melhores ou mais modernas, como os grupos de crescimento, igrejas reprodutoras, igrejas em células, G12, G5, M12, movimento gospel, reavivamentos, ecumenismo, etc, ... – o pragmatismo geral e todas as novas desculpas que eles vão inventar para a sua apostasia.
B1) A justiça
A justiça faz clara referência a retidão de Deus, não somente no conceito micro, de cada indivíduo, mas principalmente na organização macro, do conjunto de todos os fiéis em grupo presentes na igreja local.

... e segue a justiça ...
Relembrando o mesmo contexto de oposição as tendências naturais, a tendência natural de uma igreja fora de ordem, é a fuga do conceito de justiça, principalmente no organização macro – a igreja pode começar a bater palmas, a adotar louvores com menos seriedade (corinhos), haver gritos nos cultos, e coisas do gênero.
B2) A fé
A fé faz clara referência na firme crença das coisas invisíveis.
Jd 1:3 Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.
Devemos seguir esta fé, mantendo coerência na doutrina e sempre estando centrados na Palavra de Deus, que a Bíblia.
... e segue ... a fé ...
A tendência natural de uma igreja fora de ordem, é a se desviar da fé, com o surgimento de misticismo (crenças em coisas visíveis), e principalmente a desvios doutrinários criados pela crença cega em estórias fantásticas vividas por alguém ou algum fiel da igreja (experiências subjetivas).
Muitos livros apócrifos foram escritos, justamente baseados em experiências subjetivas, e que possuem, no geral, uma doutrina espírita.
B3) O amor
O amor aqui exemplificado, faz referência a afeição e benevolência, o amor manifestado, principalmente entre as pessoas.
Amor para com o perdido
O amor para com o perdido, faz com que a igreja, cada pessoa, evangelize, e tenha missões no coração.
Mt 28:19 Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
...e segue ... o amor
Numa igreja desordenada, a primeira coisa que acontece, é que o amor para com os perdidos desaparece.
As pessoas acham que o pastor é quem deve evangelizar os perdidos, por que ele está ganhando para isso, e afinal, elas já visitam o templo da igreja, e acham que “já fizeram a sua parte”, e os perdidos que vão para o inferno, pois isso não é da responsabilidade deles.
Amor entre os fiéis
Amor entre os fiéis, faz com que quando alguém tem necessidade, o outro lhe forneça ajuda.
Tg 2:15 E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano,
Tg 2:16 E algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?
...e segue ... o amor
Numa igreja desordenada, embora haja cumprimentos e cordialidades entre os fieis (falsidade), mesmo escutando a necessidade do irmão, ninguém ajuda ninguém, ninguém colabora com ninguém, as pessoas evitam relacionar-se.
As células ajudam este tipo de comportamento, pois basta apenas se relacionar um pequeno grupo de pessoas (12, ou mesmo 5).
Outras modalidades, como tele-culto, igreja pela televisão, ajudam ainda mais nesta falta de amor para com os irmãos.
Eles geralmente dizem isso “O que importa, é eu me sentir bem com Deus” (e o próximo que se exploda).
B5) e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor
Aqui, o verso está pedindo SEPARAÇÃO.
Devemos ter paz e comunhão religiosa fraterna com “os que, com um coração puro, invocam o Senhor.
Há aqueles que não possuem um coração puro, mas invocam o Senhor?
2Pe 2:3 E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
Alguém pode invocar o Senhor (a pessoa de Jesus Cristo), e não ter um coração puro.
Vemos uma referência indireta para os hereges, principalmente os ecumenistas.
No mais, toda a forma de ecumenismo vai contra este verso, pois é necessário andar em paz com pessoas que invocam o Senhor com um coração impuro, mas com más intenções (a sede pelo poder de dominação eclesiástica)
Conclusão
Uma ótima lição, para Todos os Crentes
2Tm 2:22 Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.

Cordialmente
Pr. Isaac Silva

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Serie de Estudos - As Sete igrejas da Asia


                 CARTA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA
                                                     Ap. Cap. 2 - 3

 

INTRODUÇÃO

Antes de ver o Noivo em seu fulgor e majestade, João tem uma visão da beleza da noiva, a igreja. Ele a vê como a luz do mundo (1.12). Antes de ter a visão do Cristo exaltado, ele teve a visão da igreja.

O mundo vê a Cristo através da igreja e no meio da igreja. Isso significa que ninguém verá a Jesus em glória senão por meio da sua igreja aqui na terra. Você precisa da igreja. Precisamos se congregar. O que é igreja? Ela é a luz do mundo. Por isso, ela é comparada a candeeiro e estrela.

João vê a igreja em duas figuras: SETE ESTRELAS E SETE CANDEEIROS. Tanto a estrela como o candeeiro são luzeiros. Eles devem refletir luz. A igreja é a luz do mundo, ela resplandece no mundo. Se uma lâmpada deixasse de proporcionar luz ela era afastada (2.5). A luz da igreja é emprestada ou refletida, como a da lua. Se as estrelas têm de bilhar e as lâmpadas luzirem, elas devem permanecer na mão de Cristo e na presença de Cristo.

Antes de Jesus manifestar Seu juízo ao mundo, Ele o manifestou à Sua igreja (1º Pe. 4.17), antes de mostrá-lo ao mundo (4-22). Todas as cartas têm basicamente a mesma estrutura: APRESENTAÇÃO; APRECIAÇÃO; REPROVAÇÃO E PROMESSAS.

Estas são as Cartas às sete igrejas da Ásia Menor

1.      Carta à Igreja de Éfeso (Ap. 2.1-7)
2.      Carta à Igreja de Esmirna (Ap. 2.8-11)
3.      Carta à Igreja de Pérgamo (Ap. 2.12-17)
4.      Carta à Igreja de Tiatira (Ap. 2. 18-29)
5.      Carta à Igreja de Sardes (Ap. 3. 1-.6)
6.      Carta à Igreja de Filadélfia (Ap. 3. 7-13)
7.      Carta à Igreja de Laodicéia (Ap. 3.14-22)

Duas igrejas só receberam elogios: Esmirna e Filadélfia
Quatro igrejas receberam elogios e criticas: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes.
Uma igreja só recebeu criticas: Laodicéia.
 

ESTAS IGREJAS NOS ENSINAM VARIAS LIÇÕES.


PRIMEIRO - Cristo é conhecido na igreja e através da igreja

            Antes de ver Cristo, João viu os sete candeeiros, a plenitude da igreja na terra, e só depois viu o Cristo glorificado na igreja (1.12-13). Jesus esta no meio da Sua igreja.
            Ninguém verá o Cristo da glória fora da igreja. A salvação é por meio de Jesus, mas esta salvação dever ser desenvolvida na participação efetiva da igreja, ninguém poderá ser salvo sem fazer parte da igreja que é a noiva do Cordeiro.
            Jesus valoriza tanto a Sua Igreja que Ele se dá a conhecer no MEIO dela e não à parte dele. Hoje muitas pessoas querem Cristo, mas não a Igreja. Isso é impossível. A atenção de Cristo está voltada para a Sua Noiva, ela ocupa o centro da Sua atenção.

SEGUNDO – Jesus está no meio da Sua igreja em AÇÃO e como remédio para os seus males.

            Jesus não está no meio da igreja (1:13), mas Ele está andando, em AÇÃO investigatória no meio de sua igreja (2:1). Ele sonda a sua igreja, pois Seus olhos são como chama de fogo. (2.18).
            Há muitos males que atacam a igreja:

·         Esfriamento,
·         Perseguição,
·         Heresias,
·         Imoralidade,
·         Presunção,
·         Apatia.

Mais Jesus Cristo se apresenta para cada igreja da Ásia como o remédio para o seu mal.

1.   PARA A IGREJA DE ÉFESO, que havia perdido o seu primeiro amor, Jesus se apresenta como aquele que anda no meio da igreja, segurando a liderança na mão, como o Seu pastor superior. Ele está dizendo: “EU VEJO TUDO E CONHEÇO TUDO”.

            2. PARA A IGREJA DE ESMIRNA, que esta passando pelo sofrimento, perseguição e morte, enfrentando o martírio, Jesus se apresenta como aquele que esteve morto e tornou a viver. O Jesus que venceu a morte é o remédio para alguém que está enfrentando a perseguição e a morte.

            3. PARA A IGREJA PÉRGAMO, que estava se misturando com o mundo e perdendo o senso da verdade, Jesus se apresenta como aquele que tem a espada afiada de dois gumes, que exerce juízo e separa a verdade do engano. Pérgamo esta em conflito entre a verdade e o engano (2.14).

            4. PARA A IGREJA DE TIATIRA, que esta tolerando a impureza e caindo em imoralidade, Jesus se apresenta como aquele que tem os olhos como chama de fogo que tudo sonda e conhece e os pés semelhantes ao bronze polido que é poderoso para julgar e vencer os inimigos.

            5. PARA A IGREJA DE SARDES, que tinha a fama de ser uma igreja viva, mas estava morta,  Jesus se revela como aquele que tem os sete espíritos de Deus, a plenitude do Espírito Santo, o único que pode dar vida a uma igreja morna. A igreja tinha fama, mas não realidade, tinha aparência de vida, mas estava morta.

            6.  PARA A IGREJA DE FILADÉLFIA, uma igreja que tinha pouca força, mas era fiel, Jesus vê muitas oportunidades à sua frente e diz a ela que Ele tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará e que fecha, e ninguém abrirá.

            7. PARA A IGREJA DE LAODICÉIA, uma igreja sem fervor espiritual, morna, rica financeiramente, mas pobre espiritualmente, Jesus se apresenta como aquele que é constante e fidedigno no meio de tantas mudanças.


PRIMEIRA CARTA: IGREJA DE ÉFESO.

            Éfeso era a maior, mais rica e mais importante cidade da Ásia Menor. Ela era chamada “a feira das vaidades” do mundo antigo. A cidade tinha uma população em mais de duzentas mil pessoas. Os efésios construíram um teatro que podia oferecer assenta para cerca de vinte e quatro mil pessoas. Em Éfeso ficava o mais importante porto da Ásia Menor, Éfeso era a entrada obrigatória.  Éfeso era conhecido como centro do culto a deusa Diana (At. 19.35), cujo templo era uma das sete maravilhas do mundo antigo.

            Nesse templo havia centenas de sacerdotisas que funcionavam como prostitutas sagradas. Tudo isso fazia de Éfeso uma cidade sobremodo imoral. Alguns historiadores cometam que a moral do templo era pior que a moral dos animais, pois nem mesmo os cães promíscuos mutilavam uns ao outros. Era uma cidade mística, cheia de superstição e também um dos centros do culto ao imperador. Na cidade de Éfeso imperava o misticismo, a idolatria, a imoralidade e a perseguição. Naquela cidade, como hoje, o diabo usou duas táticas: PERSEGUIÇÃO E SEDUÇÃO;  OPOSIÇÃO E ECUMENISMO.

            Nesta cidade havia numerosa comunidade judaica, que Paulo conheceu em sua segunda viagem missionaria por volta do ano 52 d.C. (At. 18.19-21), também Apolo pregou lá (At 18.24-28). Mais tarde Paulo morou na cidade de Éfeso por três anos (At 20.31).

            Houve alguns sinais de avivamento na cidade de Éfeso:

a) As pessoas ao ouvirem o evangelho vinham denunciando publicamente as suas obras;
b) As pessoas que se convertiam rompiam totalmente com o ocultismo, queimando seus livros mágicos;
c) O evangelho espalhou-se dali por toda a Ásia Menor (At 19. 1-20).

            Mais tarde, o apostolo João pastoreou aquela igreja. Agora, depois de quarenta anos, Jesus envia uma carta à segunda geração de crentes, mostrando que a igreja permanecia fiel na doutrina, mas já havia se esfriado no amor.

            Foi durante o reinado de Domiciano, 81-96 d.C., que João foi desterrado a Patmos. Foi posto em liberdade e levado para Éfeso e ali morreu durante o reinado de Trajano. Segundo a tradição João sendo já muito idoso e demasiadamente fraco para caminhar, era levado à igreja de Éfeso, ele admoestava os membros, dizendo-lhes: “Filhinhos, amemo-nos uns aos outros”.

QUAL É A MENSAGEM DE JESUS, O NOIVO DA IGREJA, À SUA NOIVA?


A) O NOIVO APRESENTA-SE À SUA NOIVA PARA DAR-LHE SEGURANÇA (V.1) - Jesus apresenta-se como aquele que está presente e em ação no meio da Sua igreja. Ele não apenas está no meio dos candeeiros (1:13), mas também anda no meio dos candeeiros (2:1). A presença manifesta do Cristo vivo no meio da igreja é a sua maior necessidade. Em nossa teologia perdemos o impacto da presença real de Cristo entre nós.
            Temos a ideia de Cristo no céu, no trono, reinando à destra do Pai, mas não temos a visão clara de que ele está no meio da congregação. Perdemos o impacto da presença de Cristo em nosso louvor, em nossas reuniões e em nossos encontros. Cremos na Sua transcendência, mas não vivemos sua imanência. Perdemos o senso da gloria do Cristo presente entre nós.

 O Noivo está também sondando a Sua igreja. Ele nos conhece: Ele sonda os nossos corações, Ele anda no meio da igreja pra encorajá-la, repreendê-la e chama-la ao arrependimento.


B) O NOIVO ELOGIA A SUA NOIVA PELAS SUAS VIRTUDES - Jesus destaca três grandes virtudes da igreja de Éfeso, dignas de serem imitadas:

1º UMA IGREJA FIEL NA DOUTRINA (2.2-3,6)
2º UMA IGREJA ENVOLVIDA COM A OBRA DE DEUS (2.2)
3º UMA IGREJA PERSEVERANTE NAS TRIBULAÇÕES (2.2-3)

PRIMEIRO – UMA IGREJA FIEL NA DOUTRINA (2.2-3,6) – mesmo cercada por perseguição e mesmo atacada por constantes heresias, essa igreja permaneceu firme na Palavra, contra todas as ondas e novidades que surgiram.
            Jesus já alertara sobre o perigo dos lobos vestidos com peles de ovelhas (Mt. 7.15). Paulo já havia avisado os presbíteros dessa igreja sobre os lobos que penetrariam entre eles, falando coisas pervertidas para arrastar atrás deles os discípulos (At. 20:29-30). Agora os lobos haviam chegado.

            O apóstolo João fala da necessidade de provar os espíritos, porque há muitos falsos profetas (1º Jo 4.1). A igreja de Éfeso estava enfrentando os falsos apóstolos que ensinavam heresias perniciosas (2.2).

            A igreja de Éfeso tinha discernimento espiritual. Tornou-se intolerante com a heresia (2.2) e com o pecado moral (2.6). “A igreja separou-se das falsas doutrinas e das falsas obras”.

Os Nicolaítas pregavam uma nova versão do Cristianismo. “Nicolau” quer dizer “Vencedor do Povo”, e o termo “nicolaítas” que vem no superlativo tem quase o mesmo sentido e pode significar “Destruidores do Povo”: Nico é um termo grego que significa conquistar ou subjulgar.

 
A doutrina dos NICOLAÍTAS:

1 Eles pregavam um evangelho liberal, sem exigências e sem proibições.
2 Eles queriam gozar o melhor da igreja e o melhor do mundo.
3 Eles incentivavam os crentes a comer comidas sacrificadas aos ídolos.
4 Eles ensinavam que o sexo antes e fora do casamento não era pecado. Eles acabavam estimulando a imoralidade. Mas a igreja de Éfeso não tolerou a heresia e odiou as obras dos Nicolaítas.

            A igreja evangélica brasileira precisa aprender nesse particular com a igreja de Éfeso. As pessoas hoje buscam a experiencia e não a verdade.

Elas não querem pensar, querem sentir.
Elas não querem doutrina, querem as novidades, as revelações, os sonhos e as visões.
Elas não querem estudar a Palavra, querem escutar testemunhos eletrizantes.
Elas não querem o evangelho da cruz, buscam o evangelho dos milagres.
Elas não querem Deus, querem as bênçãos de Deus.

            Estamos vivendo a época da paganização da igreja. A igreja está perdendo o compromisso com a verdade. As pessoas hoje parecem ter aversão ao ensino puro e genuino da Palavra de Deus, elas buscam a conviniência.
            O que detgermina o ruma das igrejas não é mais a Palavra de Deus, mas o gosto dos consumidores. A igreja prega não a Palavra, mas o que dá ibope. A igreja oferece o que o povo quer ouvir. A igreja está pregando outro evangelho:

            O evangelho do descarrego,
            O evangelho do sal grosso,
            O evangelho da quebra de maldições,
            O evangelho da properidade material e não da santificação,
            O evangelho da libertação e não do arrependimento.

            A igreja esta perdendo a capacidade de reflitir. Os crentes atuais não são como os crentes bereanos (At 17. 10-11), e nem como os crentes de Éfeso, fiéis à doutrina. Estamos vendo uma geração de crentes analfabetos da Bíblia, crentes ingênuos espiritualmente. Há uma preguiça mental doentia medrando o nosso meio. Os crentes engolem tudo aquilo que lhes é oferecido em nome de deus, porque não estudam a Palavra de Deus. Crentes que já deveriam ser mestres, ainda estão como criaças agitadas de um lado para outro, ao sabor dos ventos de doutrina. Correm atrás da última novidade. São àvidos pelas coisa sobrenaturais, mas deixam de lado a Palavra do Deus Vivo.


 Continua.......